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Paraíba

Jovem é preso com drogas e mais de R$ 7 mil em espécie

Prisão aconteceu no bairro do São José, durante operação “Asfixia”, da PM.

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Jovem é preso com mais de R$ 7 mil e drogas no bairro de São José — Foto: Walter Paparazzo/G1
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Um jovem foi preso com uma quantidade de drogas e mais de R$ 7 mil em espécie em uma casa no bairro do São José, em João Pessoa, na noite desta terça-feira (15).

De acordo com a Polícia Militar, a prisão aconteceu dentro da operação “Asfixia”, realizada pela 4ª Companhia Independente da PM.

Segundo a PM, o jovem já responde pelo crime de tráfico de drogas e vai ser novamente indiciado pelo mesmo crime.

Fonte: G1 PB 15/09/2020 19h15

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Paraíba

Governo da PB define plano de retorno das aulas presenciais nas escolas, mas sem data prevista

Execução do plano está vinculada ao resultado de inquérito sorológico que analisa o impacto da retomada das atividades educacionais presenciais.

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Salas de aula deverão ser reorganizadas, conforme decreto — Foto: Reprodução/TV Globo
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Foi divulgado nesta sexta-feira (25) um decreto que estabelece diretrizes para o retorno das aulas presenciais na dos sistema educacionais da Paraíba e demais instituições de ensino superior. O decreto estabelece o Plano Novo Normal para a Educação da Paraíba (PNNE/PB). Não há data definida para o retorno das aulas presenciais.

A execução do plano está vinculada ao resultado de inquérito sorológico que analisa o impacto da retomada das atividades educacionais presenciais na prevalência da contaminação do coronavírus na Paraíba, realizado pelas autoridades sanitária e de educação do Estado.

As análises que serão obtidas vão subsidiar as estratégias de retorno gradativo das atividades nas turmas nas diversas etapas e modalidades de ensino.

O decreto cria, ainda, o Comitê Interinstitucional de Acompanhamento Estadual (CIIAE), com caráter consultivo, para acompanhar e articular as demandas do processo de implantação dos protocolos. O Comitê é composto por vários órgãos do Estado e instituições convidadas.

Também foi criada a Comissão Operacional Intersetorial Estadual Interna (COIEI) de caráter deliberativo e operacional, tendo como atribuição a consolidação das estratégias sanitárias, pedagógicas e administrativas no âmbito da rede estadual de Educação para a retomada das aulas presenciais.

Na rede estadual, deverá ser criado um Cromitê Escolar de Crise (CEC) para cada uma das unidades escolares, com gestão escolas, conselho escolar e representação da estratégia de saúde da família. No âmbito dos territórios municipais, recomenda-se a constituição do Comitê Interinstitucional e Intersetorial de Acompanhamento Municipal (CIIAM).

Para as redes privadas de ensino e demais instituições de ensino superior (públicas ou privadas), recomenda-se a criação de Comissões Escolares Locais, articuladas com o profissional vinculado à Estratégia de Saúde da Família, com o intuito de promover uma melhor gestão do processo de implementação dos protocolos de retomada.

Orientações sanitárias

As redes, unidades e/ou instituições de ensino devem realizar mapeamento dos professores, técnico-administrativos, profissionais de apoio, estudantes e familiares que constituem grupos de risco para a Covid-19 e a alocação deles em atividades remotas, mesmo durante o retorno das aulas presenciais.

Os responsáveis pelos estudantes menores de idade e os estudantes maiores de 18 anos podem optar pelo retorno às atividades presenciais ou se manterem apenas com atividades não presenciais, sem prejuízo do cumprimento das atividades didático-pedagógicas que forem aplicadas.

Quem apresentar sintomas ou diagnóstico confirmada para Covid-19 deve permenecer ausente da escola pelo período mínimo de 14 dias, de acordo com o protocolo de saúde do Estado. Diante disso, a escolas devem definir uma estratégia de atuação para realização das atividades para esses alunos e profissionais, pevendo o imediato afastamento.

Dentro das instituições, será obrigatório o uso de máscaras por professores, técnico-administrativos, profissionais de apoio, estudantes e outras pessoas que eventualmente entrem na escola. Inclusive, as escolas devem disponibilizar máscaras reutilizáveis para professores e estudantes e itens para a assepsia e afeição de temperatura em todos os membros da unidade.

Além disso, o distanciamento mínimo de 1,5 metro também deve ser adotado em todas as atividades desenvolvidas na escola, com reorganização das salas de aula, laboratórios e outros espaços coletivas. Também será necessário usar sinalização para indicar as rotas dentro da unidade.

Outra medida, estabelecida como orientação, é sobre a condução e utilização de garrafas de água e copos pelos membros da escola e adaptação de bebedouros que já existem no colégio.

Ainda entre as medidas sanitárias, a escola deve evitar aglomeração, organizando os horários de entrada e saída dos alunos; reorganização dos intervalos entre as aulas; e horários alternativos para alimentação. As atividades práticas da disciplina de educação física não devem ter contato físico.

Já com relação aos transportes coletivos, as poltronas deveme star demarcadas para cumprir o distanciamento, disponibilizar álcool em gel 70% para assepsia e manter as entradas de ar dos veículos abertas.

Organização pedagógica

  • As escolas devem revisar o calendário escolar levando em conta o período de ensino não presencial já efetivado, de acordo com o Conselho Nacional de Educação e Conselho Estadual de Educação da Paraíba;
  • Devem ser instituídas estratégias de ensino, respeitando a escolha das famílias e estudantes, com o cumprimento da carga horária anual, podendo implantar:

– ensino presencial com protocolos sanitários;

– ensino híbrido, com atividades presenciais e não presenciais ao mesmo tembro;

– manutenção do ensino não presencial.

  • No retorno das aulas presenciais, as turmas devem ser reorganizadas para compor um número menor de pessoas no ambiente;
  • Atividades coletivas como palestras e comemorações estão suspensas, bem como aulas de campo;
  • Se necessário, para o cumprimento da carga horária mínima anual, após garantido o cumprimento dos protocolos sanitários, poderá ser utilizada a ampliação da jornada presencial diária, prorrogação dos calendários de atividades para o período de recesso ou para o ano seguinte.

Fonte: G1 PB 25/09/2020 08h37

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Paraíba

Cerca de 112 mil estudantes da PB não tiveram atividades escolares em agosto, diz IBGE

Em julho, o número foi de 144 mil alunos sem atividades escolares.

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Cerca de 112 mil estudantes da PB não tiveram atividades escolares em agosto, segundo IBGE — Foto: Reprodução/Divulgação Uniube
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Cerca de 112 mil estudantes da Paraíba, com idades entre 6 a 29 anos, não tiveram atividades escolares em agosto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em comparação ao levantamento do mês de julho, número diminuiu.

De acordo com o IBGE, no mês de agosto, 809 mil dos estudantes paraibanos (86,8%) tiveram atividades, indicando alta em relação ao que foi constatado no mês de julho, que registrou 80,9%.

A pesquisa foi divulgada na quarta-feira (23), junto com outros dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Covid-19). O levantamento também mostrou que a disponibilização de atividades foi mais comum entre os alunos que estão no ensino fundamental (90,5%) e no ensino médio (87,8%), enquanto entre os estudantes do nível superior o percentual foi de 73%.

A pesquisa indica ainda que o acesso às atividades teve maior abrangência entre estudantes que têm rendimento domiciliar per capita de quatro salários-mínimos ou mais (98,5%), enquanto o alcance foi menor entre os que têm esse valor variando de um a menos de dois salários-mínimos (84,9%) ou inferior a meio salário (85,7%).

Em relação à frequência das atividades (aulas online, deveres, estudo dirigido etc), o levantamento estima que, para a maior parte dos estudantes (70%), ela foi de 5 dias por semana, enquanto para 11,6% foi de três dias; quatro dias para 6,1%; dois dias para 3,9%; um dia para 2,5%; e, finalmente, seis ou sete dias para 2%.

Fonte: G1 PB 24/09/2020 16h50

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Paraíba

Mais de 100 mil pessoas não fizeram nenhum isolamento na Paraíba em agosto

Estatística experimental aponta para flexibilização do isolamento, com 3,9 milhões de habitantes que adotaram alguma medida de isolamento no estado

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Foto: Reprodução/Acervo/Jornal Correio da Paraíba
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Alguma medida de distanciamento social foi adotada por 97,3% da população paraibana em agosto, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira (23). A estatística experimental aponta para flexibilização do isolamento, com 3,9 milhões de habitantes que adotaram alguma medida e 103 mil que não fizeram nenhuma restrição.

Frente a julho, houve queda na proporção de pessoas que ficaram rigorosamente isoladas, que caiu de 26,2% para 22,1%, assim como uma pequena redução na das que ficaram em casa e só saíram por necessidade básica, que passou de 46,3% para 45,4%. Em contrapartida, foi verificado crescimento no percentual daqueles que reduziram contato, mas continuaram saindo de casa ou recebendo visitas, que aumentou de 24,8% para 29,8%, no estado.

Segundo a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, esse cenário indica flexibilização do isolamento por parte da população. “De alguma forma, as pessoas estão flexibilizando as medidas de isolamento social, uma vez que aumenta o percentual de pessoas que estão tendo medidas menos restritivas e diminui o percentual daquelas que aplicam medidas mais restritivas de isolamento”, explicou.

Em agosto, conforme a estimativa para o estado, 1,19 milhão de pessoas reduziram o contato, mas continuaram saindo de casa ou recebendo visitas; 1,82 milhão ficaram em casa e só saíram para necessidades básicas; e 887 mil ficaram rigorosamente isoladas, representando queda em relação a julho, quando esse número foi de 1,05 milhão.

No comparativo por faixa de rendimento domiciliar per capita, a maior proporção de pessoas que não fizeram restrição em agosto (2,9%) foi constatada entre aquelas em que esse valor é de meio a 1 salário-mínimo, enquanto o menor percentual (2,1%) foi observado no grupo em que o rendimento per capta é menor que meio salário-mínimo.

Já o isolamento rigoroso foi mais comum na faixa de quatro ou mais salários-mínimos, em que 25,4% das pessoas adotaram essa forma de distanciamento, bem como na parcela da população que tem rendimento domiciliar per capita de menos de meio salário-mínimo, em que essa proporção foi de 24,8%.

Fonte: Portal Correio

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