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Ceará

Ceará registra 7.821 mortes pela Covid-19, com mais de 179 mil casos confirmados

Já são mais de 151 mil pacientes recuperados.

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O Ceará registrou, até esta terça-feira (4), 179.976 casos e 7.821 óbitos por Covid-19. As informações são da plataforma IntegraSUS, atualizada às 17h40. Número de recuperados da doença chegou a 151.069.

De acordo com a plataforma da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), 79.989 casos são suspeitos. Até o momento, já foram realizados 481.931 exames para detectar o novo coronavírus.

As escolas do Ceará, privadas e particulares, vão receber testagem em massa para os alunos, professores e funcionários, para detectar o novo coronavírus, disse o secretário da Saúde do Ceará. A capacidade de testagem do Estado deve ser ampliada para 300 mil exames por mês.

Veja outras informações da plataforma:

  • A taxa de ocupação das UTIs cearenses é de 69,30%;
  • A taxa de ocupação das enfermarias cearenses é de 36,09%;
  • A letalidade da doença no Estado é de 4,3%.

Fortaleza concentra 3.712 óbitos pela Covid-19, com 42.452 diagnósticos positivos. A cidade está na quarta fase do plano de reabertura econômica. De acordo com o secretário executivo de Planejamento e Orçamento da Secretaria de Planejamento e Gestão e coordenador do Plano de Retomada das Atividades Econômicas do Ceará, Flávio Ataliba, bares, cinemas, shows e eventos podem ser retomados em setembro.

Em seguida no número de casos está a cidade de Sobral, com 10.038 registros e 287 mortes. Em Juazeiro do Norte, no Cariri, o número de diagnósticos positivos é de 10.376, com 226 óbitos pelo novo coronavírus. O comércio em Juazeiro do Norte foi retomado na segunda-feira (3), após cinco semanas de isolamento social rígido.

Na Região Metropolitana, Maracanaú contabiliza 5.389 casos confirmados e 233 mortes. Caucaia é a segunda cidade em óbitos pela doença, com 320 ocorrências e 5.103 diagnósticos positivos. Em Maranguape, que registra 4.189 casos, 107 pessoas não resistiram à Covid-19.

Também se destacam no número de casos do novo coronavírus as cidades de Crato (3.542), Quixadá (2.938), Tianguá (2.748), Acaraú (2.489) e Itapipoca (2.288).

Os números apresentados pela Sesa são atualizados permanentemente. As mortes não foram contabilizadas no dia em que ocorreram, nem os casos, no dia dos primeiros sintomas, e sim, registrados conforme a liberação dos resultados de exames.

Veja como está o plano de retomada por região:

  • Fortaleza segue na fase 4 (cinemas e bares ainda não têm permissão de funcionamento)
  • Municípios da Macrorregião de Fortaleza avançam para a fase 4;
  • Macrorregiões do Sertão Central e Litoral Leste/Jaguaribe continuam na fase 2;
  • Macrorregião Norte segue para a fase 2;
  • Macrorregião do Cariri segue para a fase 1

Veja o que pode reabrir na 4º fase do plano de transição em Fortaleza

  • Restaurantes e barracas nos períodos diurno e noturno (até 23h);
  • Academias (30% da capacidade)
  • Transporte interestadual de passageiros;
  • Locação de automóveis com motorista;
  • Comércio de produtos não essenciais;
  • Atividades religiosas (100% da capacidade).

Fonte: G1 CE 04/08/2020 09h53

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Ceará

Explosão atinge prédio empresarial, em Fortaleza

Funcionários da empresa foram evacuados e não houve registro de feridos.

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Acidente danificou parte da cobertura metálica da edificação — Foto: Camila Lima
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Uma explosão atingiu o prédio de uma empresa prestadora de serviços na tarde desta quinta-feira (24), no Bairro Papipu, em Fortaleza. Com o impacto da explosão, a cobertura metálica do prédio e uma parede lateral ficaram danificadas. Não houve feridos.

A tubulação havia sido danificada, devido a uma obra que ocorria no momento na Av. Santos Dumont.

Segundo o Corpo de Bombeiros, uma equipe foi acionada para o local, mas ao chegar as pessoas já haviam sido evacuadas. Ainda segundo os bombeiros, o gás natural proveniente de uma tubulação se acumulou no subsolo, até o momento que houve a explosão.

A Companhia de Gás do Ceará (Cegás) informou que por causa do acidente suspendeu, por medida de segurança, o fornecimento de gás para parte de seus clientes nos bairros do Papicu e Cocó. A empresa esclareceu que está investigando a relação entre o referido acidente e os danos causados em um prédio da região. A previsão de retorno do fornecimento é para as 19h desta quinta-feira (24).

A energia elétrica foi desligada pela concessionária Enel Distribuição Ceará para a realização de uma vistoria na edificação. A Cegás avalia o local para verificar se ainda há vazamento. A Polícia Militar do Ceará, a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) estiveram no local dando apoio à operação dos bombeiros.

Fonte: G1 CE 24/09/2020 15h15

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Ceará

Toneladas de castanha avaliadas em R$ 220 mil são recuperadas pela Polícia no Ceará

O roubo da carga ocorreu na cidade de Marco, distante 190 km de Fortaleza.

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57 toneladas de castanha foram recuperadas no Ceará — Foto: Reprodução/SSPDS
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Cinquenta e sete toneladas de castanha, avaliadas, segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), em R$ 220 mil, foram recuperadas pela Polícia Militar do Ceará, nessa segunda-feira (21). O roubo da carga ocorreu na cidade de Marco, distante 190 km de Fortaleza.

Segundo a SSPDS, a totalidade do carregamento foi apreendida em locais distintos, parte em uma estrada, parte em uma fazenda. Além disso, foram encontrados dois caminhões que haviam sido roubados durante a ação criminosa e um automóvel, com queixa de roubo.

A 3ª Companhia do 11º Batalhão da PM iniciou as buscas após um grupo armado abordar as duas caminhonetes na localidade de Triângulo, no município de Marco. Os suspeitos, que estariam em carros e motocicletas, renderam os motoristas dos caminhões.

Ação

Com essas informações, policiais militares diligenciaram pela região e encontraram homens armados descarregando 35 toneladas dos alimentos em uma estrada tomada por um matagal. Houve troca de tiros e os suspeitos fugiram. A PM achou, dentro do veículo, peças de roupa e um bloqueador de sinal de GPS.

Em seguida, os policiais chegaram ao veículo abandonado na localidade de Panacuí. Após apreenderem o veículo, os agentes chegaram à fazenda de um dos suspeitos; no local, foram localizadas mais 22 toneladas de castanha. O dono do local não foi encontrado.

Conforme a SSPDS, todo o material apreendido foi encaminhado à delegacia da Polícia Civil da região e restituído ao dono, mas as buscas continuam com a intenção de capturar os envolvidos nos crimes.

Fonte: G1 CE 22/09/2020 16h36

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Ceará

Mais de 94,2 mil estudantes cearenses ficam sem atividades remotas em julho

Dados mostram que estudantes pretos, pardos e indígenas são maioria entre os que ficaram sem as lições por falta de internet e de equipamentos.

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Muitos estudantes do Ceará ficaram sem as aulas remotas, essenciais para a continuidade dos estudos — Foto: Reprodução/SVM
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No mês de julho, 94.204 estudantes de escolas públicas, entre 6 e 17 anos, não tiveram acesso às atividades remotas de ensino no Ceará, como mostra o levantamento do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e Rede de Pesquisa Solidária. Os alunos pretos, pardos e indígenas são maioria (69,4%) entre aqueles sem aulas e lições durante o período sem atividades presenciais, conforme os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

No ranking nacional, o Ceará é o quarto do país em que mais estudantes receberam os materiais didáticos. Isso significa que o estado tem 6,1% dos alunos sem acesso às aulas, ficando atrás do Paraná (3,4%), Santa Catarina (3%) e do Mato Grosso do Sul (2,9%) e à frente de São Paulo (6,2%) e de Rondônia (6,9%). Os dados não consideram aqueles que estavam de férias no período da pesquisa.

São 65,8 mil alunos pretos, pardos e indígenas e 28,3 mil brancos prejudicados pela ausência de equipamentos ou falta de conexão com a internet. Os números são proporcionais aos de matrículas nas escolas públicas em que há mais de 1,2 milhão de estudantes no estado, sendo cerca de 908 mil não-brancos (72,1%) e mais de 351 mil brancos (27.9%).

“Uma desigualdade que já existia e que não era tão sentida, a desigualdade digital e de acesso à internet, a partir do momento que esse recurso passa a ser fundamental para a manutenção das atividades escolares, ele se torna mais um motor de desigualdades”, explica Ian Prates, sociólogo responsável pelo levantamento.

Imagina que são estudantes de várias classes sociais que estão numa corrida para chegar numa situação de vida melhor. O fato de você nascer numa família rica, já te dá 100 metros de vantagem. Estudar numa escola particular, mais 100 metros. Aí vem a pandemia, o fato de não ter internet e das políticas de Educação não responderem direito, dão metros de vantagens para os mais ricos. É o que a gente chama de desvantagens cumulativas.”

O estudante, Walyson Moura da Silva, de 15 anos, busca ultrapassar os desafios acumulados com o estudo em casa. “Antes das férias do meio do ano, eu fazia as atividades com o celular emprestado da minha madrasta, e depois, como eu não tinha celular e nem WhatsApp, eu fiquei desinformado de como seria a volta do terceiro período”, lembra.

Um dos professores do adolescente percebeu sua ausência nas aulas virtuais e na entrega das atividades e resolveu visitar a família do estudante. Os pais de Walyson conseguiram adquirir um celular como ferramenta dos estudos. “De certa forma melhorou bastante, porque a gente tem interação, embora não seja presencial, a gente tem uma relação com os professores online para tirar dúvidas. Claro que tem matérias que são mais complicadas e seria melhor presencial”, avalia.

Apoio nos estudos

Famílias de menor poder aquisitivo, como avalia Ian Prates, dispõem de menos tempo e preparo para o ensino das crianças e adolescentes. “Pais que são mais escolarizados tendem a acompanhar os resultados dos filhos. Essas famílias compram livros, levam os filhos para bibliotecas, museus e isso tudo afeta muito como os estudantes se dispõem para o estudo e as atividades escolares”, acrescenta.

Fator também apontado pelo professor Jonatan Floriano da Silva, do Departamento de Matemática da Universidade Federal do Ceará (UFC), é o trabalho com educação à distância. “Na modalidade de ensino remoto a gente percebe sim um desinteresse, há uma dificuldade dos pais a incentivar aos estudos quando você não tem nem mesmo a questão das tecnologias”, destaca.

“É difícil a gente conseguir metrizar, mas a curto prazo são vários os problemas: de convívio social e evitar algumas situações de violências que só são percebidas por causa da escola. É um problema que precisa ser atendido, o governo do estado tem essa preocupação, mas infelizmente alguns públicos não conseguem ter acesso à essas tecnologias”.

O levantamento também apresenta o tempo semanal de dedicação dos estudantes por faixa etária. Entre 6 e 10 anos, os estudantes do Ceará dedicaram 12,6h e ficaram atrás apenas dos alunos do Distrito Federal, que investiram 14,5h aos estudos. Já os de 11 e 14 anos, o tempo médio foi de 13h, e para aqueles entre 15 a 17 anos, a carga horária média foi de 12,4h.

Coordenação

A ausência de políticas unificadas para a diminuição dos prejuízos com o ensino remoto durante a pandemia também é um dos fatores observados por Ian Prates. Procurado pelo G1, o Ministério da Educação não respondeu aos questionamentos sobre a atuação durante o período de ensino remoto até a publicação desta reportagem.

Em nota, Secretaria da Educação de Fortaleza (SME) informa que acompanha cada aluno da rede municipal. “Vale destacar que a política educacional do município tem como foco o acesso de todos os alunos”, acrescenta.

A Secretaria da Educação do Ceará (Seduc), em nota, explica que desde o primeiro semestre, o Plano de Atividades Domiciliares norteia o ensino além de aulas por meios digitais, impressos, na rádio e na televisão. “Neste segundo semestre também estão programados cursos de formação em Tecnologias Digitais para a Educação, voltados aos professores, com o objetivo de oferecer condições apropriadas ao uso de ferramentas digitais”, completa.

A Seduc afirma que realiza atividades, por meio da Coordenadoria da Diversidade e Inclusão Educacional, para questões do campo, indígena, quilombola e relações étnica-raciais. “Muitos projetos desenvolvidos por escolas e regionais têm focado na valorização da identidade negra estudantil e na superação do racismo, de modo a garantir que o estudante consiga cada vez mais se ver valorizado nos projetos pedagógicos das escolas”, destaca.

Fonte: G1 CE
Por Lucas Falconery, G1 CE 22/09/2020 06h00

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