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Brasil & Mundo

Dólar fecha em queda de 0,57% depois de encostar em R$ 5,40

Bolsa de valores caiu 1,57% em dia de volatilidade

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Foto: Marcello Casal Jr./Arquivo
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Num dia de volatilidade no mercado financeiro, o dólar recuou 0,57% depois de operar em alta durante boa parte da sessão e encostar em R$ 5,40. A bolsa de valores chegou a subiu durante a manhã, mas reverteu o movimento e encerrou com queda.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (4) vendido a R$ 5,284, com recuo de R$ 0,03 (-0,57%). Durante a manhã, a divisa operou em alta, atingindo R$ 5,38 na máxima do dia, por volta das 10h. A cotação alternou altas e baixas em seguida, até encerrar na mínima do dia.

No mercado de ações, o dia foi marcado pelas oscilações. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou a terça-feira aos 103.011 pontos, com recuo de 1,57%. No pior momento, por volta das 13h10, chegou a 100.004 pontos.

Exterior

As negociações foram influenciadas pelo mercado norte-americano. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, encerrou em alta de 0,62% após sessão instável. O mercado contrabalançou o aumento de tensão nas relações entre Estados Unidos e China, envolvendo o aplicativo TikTok e expectativas de novos estímulos econômicos.

Copom

No Brasil, o mercado aguarda a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central sobre a política monetária, cuja reunião começou hoje e acaba amanhã (5). Os analistas preveem corte de 0,25 ponto percentual, com redução da taxa Selic (juros básicos da economia) para 2% ao ano, o menor nível da história.

Um eventual fim dos cortes nos juros básicos ajudaria a conter a queda dos retornos da renda fixa brasileira (que atualmente oferece taxas mais baixas do que as de outros mercados emergentes), dando algum suporte a expectativas de retorno de ingresso de dólares para investimentos em carteira –o que elevaria a oferta de moeda no mercado doméstico e poderia baixar o preço do dólar.

Fonte: Agência Brasil
Publicado em 04/08/2020 – 18:46 Por Agência Brasil* – Brasília
* Com informações da Reuters
Edição: Wellton Máximo

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Brasil & Mundo

Pedidos de seguro-desemprego caem 9,3% na primeira metade de setembro

No acumulado do ano, total de requerimentos sobe 6,7%

Publicado

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Foto: MARCELLO CASAL JR
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Depois de dispararem nos últimos meses por causa da pandemia do novo coronavírus, os pedidos de seguro-desemprego de trabalhadores com carteira assinada continuam a cair. Nos 15 primeiros dias do mês, o total de pedidos recuou 9,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

Desde o início de junho, o indicador está em queda. Na primeira metade de setembro, 218.679 benefícios de seguro-desemprego foram requeridos, contra 241.102 pedidos registrados nos mesmos dias de 2019. Ao todo, 62,9% dos benefícios foram pedidos pela internet na primeira quinzena do mês, contra apenas 2,8% no mesmo período de 2019.

O levantamento foi divulgado hoje (24) pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, e considera os atendimentos presenciais – nas unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e das Superintendências Regionais do Trabalho – e os requerimentos virtuais.

Acumulado

Apesar da queda na primeira quinzena de setembro, os pedidos de seguro-desemprego continuam em alta no acumulado do ano, tendo somado 5.203.736, de 2 janeiro a 15 de setembro de 2020. O total representa aumento de 6,7% em relação ao acumulado no mesmo período do ano passado, que foi de 4.876.556.

No acumulado do ano, 55,9% dos requerimentos de seguro-desemprego (2.909.114) foram pedidos pela internet, pelo portal gov.br e pelo aplicativo da carteira de trabalho digital; 44,1% dos benefícios (2.294.622) foram pedidos presencialmente. No mesmo período do ano passado, 98,4% dos requerimentos (4.796.231) tinham sido feitos nos postos do Sine e nas superintendências regionais e apenas 1,6% (80.325) tinha sido solicitado pela internet.

Embora os requerimentos possam ser feitos de forma 100% digital e sem espera para a concessão do benefício, o Ministério da Economia informou que os dados indicam que muitos trabalhadores aguardaram a reabertura dos postos do Sine, administrados pelos estados e pelos municípios, para darem entrada nos pedidos. O empregado demitido ou que pediu demissão tem até 120 dias depois da baixa na carteira de trabalho para dar entrada no seguro-desemprego.

Perfil

Em relação ao perfil dos requerentes do seguro-desemprego na primeira quinzena de setembro, a maioria é do sexo masculino (59,9%). A faixa etária com maior número de solicitantes está entre 30 e 39 anos (33,4%) e, quanto à escolaridade, 59,4% têm ensino médio completo. Em relação aos setores econômicos, os serviços representaram 43% dos requerimentos, seguido pelo comércio (26,3%), pela indústria (14,9%) e pela construção (9,6%).

Os estados com o maior número de pedidos foram São Paulo (65.358), Minas Gerais (24.129) e Rio de Janeiro (17.420) e os que tiveram maior proporção de requerimentos via web foram Acre (96,4%), Sergipe (87,1%) e Tocantins (85,7%)

Fonte: Agência Brasil
Publicado em 24/09/2020 – 16:26 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Edição: Lílian Beraldo

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AstraZeneca aguarda aprovação para retomar teste com vacina nos EUA

Testes foram suspensos há 3 semanas por preocupações com segurança

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Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Direitos reservados
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A AstraZeneca ainda está esperando que a agência reguladora de remédios norte-americana aprove a retomada do teste clínico de sua possível vacina contra Covid-19 nos Estados Unidos quase três semanas depois de ela ser interrompida devido a preocupações de segurança.

O teste norte-americano da candidata a vacina contra Covid-19 da AstraZeneca, desenvolvida inicialmente pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, continua suspenso enquanto inspetores investigam uma doença em um dos participantes, mesmo depois de um estudo britânico e outros programas terem sido retomados fora dos EUA.

“Somos os patrocinadores do estudo dos EUA. Por isso, providenciamos toda esta informação para a FDA (agência reguladora de medicamentos dos EUA) e estamos esperando para ouvir sua decisão”, disse Pascal Soriot, presidente-executivo da farmacêutica, em um debate virtual do Fórum Econômico Mundial.

Alex Azar, secretário dos Serviços Humanos e de Saúde dos EUA, disse na quarta-feira que a manutenção da suspensão mostrou que a FDA está levando a segurança da vacina a sério.

Um documento publicado pela Universidade de Oxford na internet na semana passada disse que a doença em um participante britânico que provocou a interrupção no dia 6 de setembro pode não estar associada com a vacina.

Indagado por que a empresa não revelou detalhes sobre a natureza da doença, Soriot disse que inspetores de testes clínicos e supervisores independentes estão preservando a privacidade dos participantes.

Mesmo assim, a empresa procurará ter mais transparência sem comprometer direitos individuais e ao mesmo tempo evitar que o público e voluntários tirem conclusões erradas, o que poderia ameaçar o recrutamento para o teste.

“Estamos debatendo com outras empresas, como indústria, quais informações podemos oferecer sem comprometer a privacidade dos pacientes, mas também sem comprometer o próprio teste”, disse.

Soriot ainda disse que os testes do protótipo da vacina em crianças ainda não começaram.

O teste britânico, que foi iniciado em maio e recrutou mais de 12 mil voluntários, terá crianças de 5 a 12 anos em um de cada 11 subgrupos.

Fonte: Agência Brasil
Publicado em 24/09/2020 – 11:16 Por Reuters – Frankfurt ( Alemanha)

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Pandemia reduz em um décimo renda mundial obtida com trabalho, diz OIT

Informação está no 6º relatório da OIT sobre efeitos da covid-19

Publicado

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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A renda mundial obtida com o trabalho caiu cerca de 10,7% – ou US$ 3,5 trilhões – nos primeiros nove meses de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior, informou a Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta quarta-feira (23).

Essa leitura, que não inclui o auxílio à renda fornecido pelos governos para compensar o fechamento de locais de trabalho durante a pandemia, é o equivalente a 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) global para os três primeiros trimestres de 2019, acrescentou a instituição.

“O fechamento de locais de trabalho continua a perturbar os mercados em todo o mundo, levando a perdas de horas de trabalho maiores do que as estimadas anteriormente”, disse a OIT em seu sexto relatório sobre os efeitos da pandemia no mundo laboral.

Trabalhadores em economias em desenvolvimento e emergentes, especialmente aqueles com empregos informais, foram afetados em uma extensão muito maior do que em crises anteriores, segundo a agência da Organização das Nações Unidas. A OIT informou que o declínio no número de empregos foi geralmente maior para as mulheres do que para os homens.

“Assim como precisamos redobrar nossos esforços para combater o vírus, também precisamos agir com urgência e em escala para superar seus impactos econômicos, sociais e de emprego. Isso inclui apoio sustentado para postos de trabalho, empresas e renda”, disse o diretor-geral da OIT, Guy Ryder, em comunicado.

Fonte: Agência Brasil
Publicado em 23/09/2020 – 10:16 Por Stephanie Nebehay – Repórter da Reuters – Genebra

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