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Brasil tem 111 mortes e quase 4 mil casos confirmados de coronavírus, diz ministério.

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O Ministério da Saúde divulgou neste sábado (28) o mais recente balanço dos casos da Covid-19, doença causada pelo coronavírus Sars-Cov-2. Os principais números são:
111 mortes
3.904 casos confirmados
2,8% é a taxa de letalidade
São Paulo concentra 1.406 casos, e o Rio, 558
O balanço acrescentou 19 mortes e 487 casos confirmados ao total. No balanço anterior, da sexta-feira (27), o Brasil tinha 92 mortes e 3.417 casos confirmados.
Das 19 mortes acrescentadas ao total no país neste sábado, o estado de São Paulo teve 16 mortes. Já são 84 mortes em SP.
De acordo com o Ministério da Saúde, até as 15h, havia 569 pessoas internadas com confirmação para Covid-19 no país. O números consideram as pessoas cujos resultados dos testes já foram apresentaram e testaram positivo. O número não considera casos suspeitos.
Este é o segundo maior aumento diário de casos confirmados no Brasil até agora. Na sexta-feira, foram 503 novos casos.
Durante seu pronunciamento na apresentação dos dados, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que não tem covid-19. Ele afirmou que faz o teste com frequência e até agora todos deram negativo.
Isolamento social
O ministro defendeu novamente o isolamento social para evitar o avanço da doença e também para evitar sobrecarregar os hospitais com outros tipos de atendimento.
“Quando a gente manda parar diminuem acidentes, traumas e aumentam leitos de UTI quando precisamos”, disse o ministro. “Ou seja, mais um benefício quando manda parar, além de diminuir a transmissão”.
Mandetta ressaltou o alto número de acidentes automobilísticos no Brasil, que leva a internações em hospitais por traumatismos.
“Há informações que nós estamos tendo de queda de até 30%, 40% até 50% do nível de taxa de ocupação dos leitos que antes estavam sendo utilizados para pessoas politraumatizadas. Mais uma razão pra gente gente diminuir bastante a circulação de pessoas”, ele afirmou.
“É um efeito secundário benéfico, além do efeito de diminuir a transmissão”, ele explicou.
Paraíba
A Paraíba está com 14 casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgadas neste sábado (28). Dos 4 casos confirmados neste sábado, três são residentes do município de João Pessoa e um de Campina Grande.
Com este resultado, a Paraíba passa a contabilizar 10 casos em João Pessoa, 2 em Campina Grande, 1 em Igaracy e 1 em Sousa. Os quatro novos casos confirmados seguem em isolamento domiciliar acompanhados pela vigilância municipal.
G1
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Despesas com juros do cheque especial podem cair R$ 7,2 bi em 12 meses

Relatório de Economia Bancária foi divulgado pelo Banco Central

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Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil
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As despesas com juros do cheque especial podem ser reduzidas em R$ 7,2 bilhões, em 12 meses, em razão de mudanças na modalidade de crédito. Esse valor representa 24% das despesas com juros dessa modalidade. A simulação foi feita pelo Banco Central (BC), no Relatório de Economia Bancária, divulgado hoje (4), em Brasília.

O BC lembra que o Conselho Monetário Nacional (CMN), por meio da Resolução 4.765, de 27 de novembro de 2019, redesenhou o cheque especial.

A resolução estabeleceu limite para taxa de juros (8% ao mês) e facultou a cobrança de tarifa de até 0,25% sobre o valor disponibilizado para crédito que ultrapasse R$500,00. As regras começaram a valer neste ano.

De acordo com o documento, as faixas mais baixas de renda serão mais beneficiadas com as novas medidas.

A faixa de renda até R$ 1,5 mil terá redução de até 116 pontos percentuais no Custo Efetivo Total (CET – soma de todos os custos dos empréstimos, como juros e tarifas), “refletindo majoritariamente a diminuição na taxa de juros”.

“O contrário ocorre na faixa mais alta de renda (acima de R$ 10 mil), na qual haverá elevação no CET, que passará a ser superior ao da faixa mais baixa de renda em ambos cenários contrafactuais”, disse o BC.

A cobrança de tarifas mais do que compensa a queda de juros para indivíduos de renda elevada, e, por isso, o custo aumenta. Em média, indivíduos de renda mais elevada pagam taxas de juros menores, refletindo menor risco de crédito.

“Em contrapartida, também possuem limites superiores de cheque especial; logo, pagarão valor maior em tarifas sobre esses limites”, explicou o Banco Central.

“Já para indivíduos mais pobres, a redução na taxa de juros supera o valor que passará a ser cobrado pela tarifa”, acrescentou.

Simulação

Em dezembro de 2019, os juros efetivos médios do cheque especial estavam em 275% ao ano para indivíduos com renda abaixo de R$ 1,5 mil e, em 234% ao ano, para pessoas com renda acima de R$ 10 mil.

No mesmo período, os limites médios de crédito para cheque especial foram de R$1.693,00 e R$ 21.422,00 para a menor e a maior faixa de renda, respectivamente.

Ao simular o uso de R$ 1 mil do cheque especial por um mês, sob a regra antiga, o custo com juros do cheque especial é de R$ 106 (taxa de 10,6% ao mês) para a pessoa de maior renda e de R$ 116 para o indivíduo de menor renda (taxa de 11,6% ao mês).

Sob a simulação feita a partir da regra nova, no mês de utilização do cheque especial, o custo é de R$ 132 para quem tem maior renda (custo efetivo de 13,2% ao mês) e de R$ 83,00 para clientes de menor renda (custo efetivo de 8,3% ao mês).

Fonte: Agência Brasil
Publicado em 04/06/2020 – 11:19 Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Edição: Kleber Sampaio

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Sobe para 27 total de mortos por chuvas em El Salvador

População agora teme novos casos de coronavírus

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Foto: REUTERS/Jose Cabezas/Direitos Reservados
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O número de mortos provocados pela tempestade tropical Amanda em El Salvador subiu para 27, após um deslizamento de terras ter soterrado sete pessoas na quarta-feira (3). As fortes chuvas deixaram pelo menos onze mil pessoas desalojadas.

As chuvas, associadas à depressão tropical, provocaram um deslizamento de terras numa colônia na cidade de Santo Tomás, onde uma família de sete pessoas, dois adultos e cinco filhos pequenos, foi soterrada.

Os corpos ainda não foram resgatados dos escombros, devido às dificuldades do terreno. Os esforços de salvamento foram suspensos e deverão ser hoje (4) retomados.

As chuvas moderadas e intermitentes têm persistido em El Salvador, onde caíram 500 milímetros de água em dois dias, quando a média anual é de 1.800 milímetros, segundo informou o Ministério do Ambiente salvadorenho.

Chuvas devem continuar

De acordo com o ministério, “as chuvas deverão continuar, com condições de alta probabilidade de deslizamentos múltiplos de terra e quedas de rochas”.

O governo instalou 11.179 pessoas em 210 abrigos, situados em 13 das 14 regiões (departamentos) do país. O responsável pelo Ministério da Saúde, Francisco Alabí, afirmou que “as chuvas podem desencadear o aumento de casos [de covid-19]. A tempestade tropical pode aumentar as infecções, razão pela qual transferimos as equipas de saúde para os abrigos”, acrescentou.

Em El Salvador, há 1.468 casos ativos de covid-19 e 1.186 pessoas que se recuperaram da doença, num total de 2.705 pessoas afetadas. Houve 51 mortos desde o início da pandemia.

A pandemia da covid-19 já provocou mais de 385 mil mortos e infectou mais de 6,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no fim de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Fonte: Agência Brasil
Publicado em 04/06/2020 – 07:44 Por RTP – Rádio e Televisão de Portugal – El Salvador

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Dólar fecha no menor nível em dez semanas e cai para R$ 5,08

Bolsa encerrou no maior nível em quase três meses

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Foto: Marcello Casal Jr./Arquivo
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Em mais um dia de alívio nos mercados internacionais, o dólar fechou no menor nível em dez semanas. A bolsa de valores ultrapassou os 93 mil pontos e encerrou no nível mais alto em quase três meses.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (3) vendido a R$ 5,086, com recuo de R$ 0,124 (-2,38%). A cotação operou em queda durante toda a sessão e fechou no menor nível desde 26 de março (R$ 4,996). Na mínima do dia, por volta das 12h, chegou a atingir R$ 5,02. A divisa acumula alta de 26,74% em 2020.

O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 5,722, com recuo de 2,38%. A libra comercial caiu 2,45% e terminou a sessão vendida a R$ 6,369.

O Banco Central (BC) interveio pouco no mercado. A autoridade monetária ofertou até US$ 620 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – venda de dólares no mercado futuro – que venceriam em julho.

Bolsa de valores

No mercado de ações, o dia foi marcado pelo otimismo com o exterior. O Ibovespa, índice da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 93.002 pontos, com ganho de 2,15%. O índice está no maior nível desde 6 de março, quando tinha fechado próximo aos 98 mil pontos.

O Ibovespa seguiu o mercado norte-americano. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, fechou a quarta-feira com alta de 2,05%. Apesar do acirramento dos protestos antirracistas nos Estados Unidos, os investidores reagiram à queda de novos casos de covid-19 em regiões norte-americanas e em países europeus e a dados econômicos positivos.

Nos Estados Unidos, o setor privado fechou 2,76 milhões de vagas. O nível veio melhor que a extinção de 9 milhões de postos esperada pelos analistas. O setor de serviços da China cresceu pela primeira vez desde janeiro e teve, em maio, o melhor desempenho mensal desde o fim de 2010. Na Europa, a contração das empresas diminuiu em maio, indicando início de recuperação.

Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

No Brasil, a emissão em títulos da dívida externa pelo Tesouro, anunciada hoje pela manhã, indicou que ainda há demanda por ativos brasileiros no exterior.

Fonte: Agência Brasil
Publicado em 03/06/2020 – 18:57 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Edição: Denise Griesinger

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