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Asteroide gigante passará pela Terra no sábado, diz NASA.

A NASA classificou o 2002 PZ39 como NEO (Near-Earth Object), uma categoria de elementos que passam pela Terra em uma distância considerada “perigosa”.

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Asteroide PZ39 (Foto: Reprodução)
A NASA reportou que, neste sábado (15), um asteroide passará próximo da Terra, “apenas” 5,77 milhões km distante do nosso planeta — um “raspão”, considerando distâncias cósmicas. Conhecido como 2002 PZ39, este asteroide apresenta proporções assustadoras, medindo entre 440 e 990 metros.
De acordo com o Daily Express, a agência espacial alertou que uma colisão seria catastrófica, isso porque a velocidade esperada no momento em que o asteroide irá passar pelo nosso planeta é de 57.240 km/h.
A NASA classificou o 2002 PZ39 como NEO (Near-Earth Object), uma categoria de elementos que passam pela Terra em uma distância considerada “perigosa”.
“Consideramos prudente concentrar esforços para analisar esses elementos, estimar seus tamanhos, composições, estruturas e manter um olho fixo em suas trajetórias futuras.”, afirmou a agência.
Apesar de esperar uma “passagem próxima”, a NASA alega que as chances do 2002 PZ39 colidir com a Terra são extremamente baixas. A agência informou, contudo, que uma colisão teria consequências globais.
Após passar pelo nosso planeta, o asteroide gigante vai seguir seu caminho no nosso Sistema Solar e seguir para Vênus onde deve chegar em 2034. Espera-se que ele passe novamente pela Terra no mesmo ano, no dia 25 de Agosto.
 
Por TecMundo
Publicada por F@F em 13.02.2020, às 13h09
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Brasil & Mundo

Dólar passa de R$ 4,36 e renova recorde desde criação do real

Bolsa de valores recupera-se após queda na terça-feira

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Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Em mais um dia de oscilações no câmbio, o dólar subiu novamente e voltou a fechar no maior valor nominal desde a criação do real. Nesta quarta-feira (19), o dólar comercial encerrou a sessão vendido a R$ 4,366, com alta de R$ 0,008 (+0,18%).

Foi o terceiro dia seguido de valorização da divisa, que operou em alta durante toda a sessão. A cotação operou em forte alta no início dos negócios, chegando a encostar em R$ 4,38 na máxima do dia, por volta das 12h10. O câmbio, no entanto, desacelerou ao longo da sessão, até fechar próximo da estabilidade. Desde o começo do ano, o dólar acumula valorização de 8,8%.

O Banco Central (BC) não tomou novas medidas para segurar a cotação. Hoje, a autoridade monetária leiloou US$ 650 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – que equivalem à venda de dólares no mercado futuro – com vencimento em abril. O leilão faz parte da rolagem de US$ 13 bilhões de swap que venceriam daqui a dois meses.

No mercado de ações, o dia foi marcado pela recuperação. Depois de uma pequena queda ontem (18), o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou esta quarta-feira aos 116.518 pontos, com alta de 1,34%.

Nas últimas semanas, o mercado financeiro em todo o mundo tem atravessado turbulências em meio ao receio do impacto do coronavírus sobre a economia global. A interrupção da produção em diversas indústrias da China está afetando as cadeias internacionais de produção. Indústrias de diversos países, inclusive do Brasil, sofrem com a falta de matéria-prima para fabricar e montar produtos.

A desaceleração da China também pode fazer o país asiático consumir menos insumos, minérios e produtos agropecuários brasileiros. Uma eventual redução das exportações para o principal parceiro comercial do Brasil reduz a entrada de dólares, pressionando a cotação.

Entre os fatores domésticos que têm provocado a valorização do dólar, está a decisão recente do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a taxa Selic – juros básicos – para 4,25% ao ano, o menor nível da história. Juros mais baixos desestimulam a entrada de capitais estrangeiros no Brasil, também puxando a cotação para cima.

Fonte: Agência Brasil
Publicado em 19/02/2020 – 19:21 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília
Edição: Nádia Franco

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Brasil & Mundo

Central nuclear mais antiga da França começa a ser desativada

Após anos de debate, o reator número um da usina nuclear de Fessenheim será encerrado definitivamente no sábado, o primeiro passo no longo caminho para o desmantelamento

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O desmantelamento propriamente dito vai prosseguir até 2040, no mínimo. (foto: SEBASTIEN BOZON / AFP)

A central nuclear de Fessenheim, a mais antiga da França, perto da fronteira com a Alemanha, começará a ser desativada no sábado com o fechamento de um reator, após um decreto publicado nesta quarta-feira (19/2), o primeiro passo de um desmantelamento que prosseguirá até pelo menos 2040.

A central de Fessenheim, em funcionamento desde 1977, foi alvo de várias manifestações e motivou greves de fome de opositores. Em 2011, o presidente François Hollande prometeu fechar o local.

O reator número um da central vai parar na madrugada de sábado e número dois em 30 de junho. As datas constituem “uma primeira etapa na estratégia energética da França”, afirma um comunicado divulgado pelo gabinete do primeiro-ministro Edouard Philippe.

A paralisação gradual do reator de água com pressão de 900 megawatts começará na sexta-feira à noite. A retirada do combustível usado acontecerá até 2023. O desmantelamento propriamente dito vai prosseguir até 2040, no mínimo.

Fonte: Correio Braziliense
Agência France-Presse postado em 19/02/2020 09:19

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Novo coronavírus: Brasil monitora cinco casos suspeitos

Um dos pacientes é uma criança de dois anos

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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Ministério da Saúde acompanha cinco casos de pacientes com suspeita de infecção pelo novo coronavírus, sendo uma criança de dois anos. O boletim divulgado nesta terça-feira (18) traz dois casos a mais que o de ontem. Todos estiveram na China, mas nenhum deles na cidade de Wuhan, epicentro da doença.

“Entraram mais dois casos de São Paulo, então permanecem os dois de ontem e dois novos em São Paulo e o do Rio Grande do Sul permanece desde a semana passada”, disse em coletiva à imprensa o secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabardo.

Segundo o secretário, o paciente do Rio Grande do Sul foi testado para os vírus mais comuns, como H1N1, e os testes deram negativo. Agora, uma amostra está sendo enviada para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) para análise específica quanto ao novo coronavírus. Três dos pacientes ainda serão testados para vírus gripais.

Gabardo enfatizou que a mobilização para prevenir e conter o vírus continua pelo menos até o começo do inverno. “Nós não vamos reduzir todas essas ações feitas, toda mobilizações feita antes da chegada do inverno, independentemente de até lá nós termos casos confirmados no Brasil”.

Repatriados
A pasta deve divulgar amanhã (19) o resultado dos exames dos brasileiros resgatados da China e dos tripulantes da Força Aérea Brasileira que estiveram envolvidos na ação. No total, 58 pessoas estão em quarentena na Base Aérea de Anápolis (GO) para descartar o risco de contaminação pela doença no Brasil.

Fonte: Agência Brasil
Publicado em 18/02/2020 – 17:55 Por Agência Brasil – Brasília
Edição: Aline Leal

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