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Vereadores alegam que foram barrados durante fiscalização em escola de Marizópolis

A própria população que deu um voto de mudança, hoje vê uma cidade parada e sem perspectiva de uma Marizópolis melhor".


 Denúncia foi dos vereadores de Marizópolis, no Sertão da Paraíba
Os vereadores Raniel Roberto, Jorgenaldo Martins, Osmar Vitalino e a vereadora Maria Betânia da cidade de Marizópolis, Sertão da Paraíba denunciaram nesta quarta-feira (18), à imprensa sousense, que foram barrados durante uma visita a uma escola municipal, na noite dessa terça-feira (17).
De acordo com os vereadores, a base de oposição decidiu fazer uma visita a Escola Instituto Joaquina de Paiva Gadelha, onde funciona a EJA (Educação, Jovens e Adultos), no período noturno, quando a diretora não teria permitido a entrada deles.
“Sabemos dos nossos direitos e deveres como fiscalizador do Erário Publico da nossa cidade”, disse a vereadora Betânia, alegando que os vereadores foram constrangidos.
Ela lembrou que o prefeito José Lins Braga (Zé de Pedrinho – PSDB) pediu um prazo de 6 meses, ou seja, de 180 dias para poder fazer algo pelo município e já se passaram um ano e quatro meses e nada tem feito cidade.
“Infelizmente não é a nossa Marizópolis que queremos ver. A própria população que deu um voto de mudança, hoje vê uma cidade parada e sem perspectiva de uma Marizópolis que era acostumada a inaugurar obras e de uma visão ampla dos demais municípios”, criticou a vereadora.
O outro lado
A diretora da escola, Jamiliane Olímpio explicou que os vereadores solicitaram a lista dos alunos e queriam até entrar na sala, onde estava acontecendo a aula, e insinuou que eles estavam a serviço de outra pessoa. Ela disse que não permitiu a entrada deles na aula, mas alegou que a quantidade de alunos que frequenta a EJA poderia ser vista das janelas, já que são todas de vidro, para não ser necessário atrapalhar a aula.
“Outra questão que alegaram é que não tinha merenda, mas disse que a escola não está oferecendo merenda e sim janta, e até convidei eles para irem até a cozinha, mas não quiseram”, disse a diretora, declarando que os vereadores estão fiscalizando agora, depois de 20 anos que estão no poder e nada fizeram.
“Na educação a gente não pode envolver política, principalmente quando se diz que o professor está em sala de aula e o aluno está em aprendizagem, e eu achei o direito de não atrapalhar, mas se quiserem falar com os professores, pois aqui não tem perseguição”.

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