Surto de H1N1, dengue, zika e chikungunya preocupa população de Cajazeiras


Diante da preocupante realidade, o deputado estadual José Aldemir (PP) visitou durante o final de semana moradores das comunidades de Javigor e Jardineiro, na Zona Rural Norte da cidade. No Javigor, acompanhado do padre Francivaldo Albuquerque, José Aldemir percorreu sítios e residências, oportunidade em que pôde constatar o abandono do poder público com o cidadão cajazeirense.

“Lamentável. Não vemos qualquer ação da prefeitura de Cajazeiras junto à população”, disse o deputado em entrevista à imprensa local.  “Precisamos, urgentemente, de um efetivo de agentes de saúde e endemias visitando as residências, fiscalizando pontos críticos, orientando a população”, completou.

Segundo informes da população, sequem o conhecido “carro fumacê” está sendo utilizado nas comunidades rurais. “Isso é muito ruim!”, exclamou Aldemir. “Além de faltar o básico que é a prevenção, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) não estão aparelhadas para receber a demanda de doentes, e nós sentimos na pele essa exclusão de atendimento à saúde pública”, denuncia o parlamentar.

Ainda no final de semana, José Aldemir ouviu as demandas dos moradores da comunidade do Jardineiro, em reunião na Associação Comunitária de Moradores. Uma das maiores carências da comunidade é a falta de um reservatório adequado para armazenamento e distribuição de água nas residências. “A atual gestão prometeu durante campanha realizar a ampliação do precário abastecimento da região, mas não o fez, nos enganou”, disse um dos moradores. Questões como insegurança, melhoria das estradas vicinais e uma base de apoio, ou até mesmo uma Unidade Básica de Saúde (UBS) na comunidade também foram algumas das demandas apresentadas ao deputado, pré-candidato a prefeito de Cajazeiras nas eleições deste ano.

“Não podemos aceitar com tranquilidade todas essas queixas, o povo de Cajazeiras está vivenciando uma das piores gestões administrativas de sua história, disso eu não tenho dúvida”, refletiu o deputado. “Lamentável vivenciar uma crise administrativa tão grande igual esta provocada pela gestora que deveria ter tomado as providencias e medidas necessárias, mas possivelmente ela tenha sido obrigada pelo esposo a conduzir desta forma lastimável a gestão”, afirmou.

Assessoria de Imprensa

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