Preso acusado de tentar assaltar empresário na capital.


Um homem de 26 anos foi preso na noite de quarta-feira (7) suspeito de uma tentativa de latrocínio a um empresário, marido de uma promotora de Justiça, praticada no dia 25 de fevereiro no bairro do Bessa, em João Pessoa. O suspeito foi preso no bairro do Cabo Branco, na Zona Leste da capital paraibana.

Conforme o delegado do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil, responsável pela investigação, Állan Murilo Terruel, a polícia chegou até o suspeito após denúncias anônimas feitas pelo número 197 e por meio de informações sobre a motocicleta utilizada no crime. “Identificamos através da motocicleta a pessoa que tinha comprado a motocicleta e utilizado no dia do fato”, comentou.
O crime foi registrado na tarde do dia 25 de fevereiro. O empresário de 38 anos teve o carro atingido por diversos tiros  quando passava pela Rua Antonio Batista Araújo, no bairro do Bessa, em João Pessoa. A vítima trafegava nas proximidades de um shopping, quando uma dupla em uma motocicleta se aproximou. O motorista do carro reagiu, jogando o veículo na direção dos dois suspeitos. Pelo menos seis disparos foram feitos contra o veículo, que era blindado. O motorista da caminhonete, que seria esposo de uma promotora, ainda perdeu o controle do carro e se chocou contra o muro de uma casa.
Ainda de acordo com Állan Murilo Terruel, a vítima reconheceu o suspeito e o indicou como autor dos tiros que atingiram seu carro no dia da tentativa de latrocínio. O pai do suspeito, que é bombeiro militar, ajudou o filho a fugir da polícia algumas vezes, segundo o delegado.
“O pai dele deu guarida ao filho, sabia onde o filho estava, e quando a polícia chegava para prendê-lo tirava de um local e lavava para outro. Como pai, a lei oferece um tipo de escusa a essa ação, mas como bombeiro militar, nós vamos oficiar o comandante geral para que caso ele entenda que deva imputar algum tipo de responsabilidade ao menos funcional pela conduta ética desse militar, que ele assim o faça”, destacou.
O delegado do GOE complementou que um outro suspeito de envolvimento com o caso ainda é procurado pela polícia. “Nós temos, sim, conhecimento de que tem um adolescente envolvido no caso. O suspeito preso não colaborou com a investigação, por isso estamos guardando em sigilo o nome do adolescente para dar continuidade às investigações” arrematou.
O jovem suspeito de atirar contra o empresário foi ouvido pela polícia e seria encaminhado para o Instituto de Polícia Científica (IPC) para ser submetido a exames de corpo de delito, com o objetivo de comprovar que não sofreu agressões físicas ou psicológicas. Após o exames, o suspeito deve ser encaminhado por uma unidade prisional de João Pessoa.

G1

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